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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Arapapá no Brasil

Arapapá dificilmente você já deve ter visto um.Apesar de estar presente na maior parte do Brasil,também poderemos encontrar na Argentina e no México.

Alguns lugares como no Pará conhecido por Tamatiá ou Tamatião, incrível a mudança de nome.
Comprimento de até 54 cm pesa apenas 620 gramas aproximadamente. Seu bico largo e chato,parece uma lata achatada.
Sempre a noite começa sua alimentação,procura local cascalhado, águas extremamente rasas ou em grandes lamaçais encontra seus petiscos diário.
Seus ninhos constridos com gravetos sempre perto de manguzais.Coloca até 3 ovos.Durante o dia costuma tirar uma soneca. Devido a seu hábito noturno dificilmente é encontrado pelo homem.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Criação de jacaré preservar

Criação de jacaré você já pensou em criar jacaré,já algum tempo depois da regulamentação isso já é possível.


A regulamentação da atividade ajuda a preservar a espécie

O jacaré do Pantanal foi, durante décadas, alvo de caçadores ilegais. O aproveitamento dos animais era feito pela caça clandestina, criminosa e descontrolada, que, associada à destruição de hábitats, provocava a perda desses recursos naturais.

Para inibir esse crime, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) legalizou a criação e o abate do animal, regulamentando a atividade pela Portaria nº 126, de 13 de fevereiro de 1990. Entre outras exigências, a legislação obriga que 10% do total de ovos coletados, após eclosão, sejam devolvidos à natureza.

Isso estimulou 22 fazendeiros da região de Cáceres (MT) a se unir e criar, em 1991, a Cooperativa de Criadores de Jacaré do Pantanal (Coocrijapan). Atualmente, há cinco cooperativas no Mato Grosso.

A iniciativa desses grupos favoreceu a sustentabilidade ambiental e tornou-se opção de renda extra para os criadores da região pantaneira, além de favorecer a implantação de arranjos produtivos locais, a geração de empregos, a redução do preço final do produto, e a fixação da população local na região.

Parceria
Para conquistar o mercado, os cooperados contam com o apoio do Sebrae. As principais ações do Sebrae em Poconé e Cáceres são a capacitação por meio de cursos sobre coleta e transporte de ovos, manejo de animais, abate, cortes, aproveitamento do couro etc.

Entre as atividades apoiadas pelo Sebrae-MT, destaca-se a realização do levantamento populacional dos ovos, o que determina as cotas de coleta. O fazendeiro criador só é autorizado pelo Ibama a coletar um ninho a cada 30 hectares. Outra contribuição é o estímulo à formulação de políticas públicas que impulsionem o setor.

Essa iniciativa do Sebrae estimulou que a prefeitura de Poconé cedesse uma área para instalação de um novo criatório e investisse R$ 4 milhões no empreendimento.

O Sebrae-MT também promove e estimula a participação de criadores em feiras e rodadas de negócio, bem como ajuda na identificação de parceiros, especialmente na indústria de artefatos de couro. Incentiva ainda a degustação de pratos especiais em eventos, como no Salão de Gastronomia da Festa Internacional.

Couro
Os criatórios do Pantanal mantêm 250 mil animais em cativeiro e, desse total, cerca de 50 mil são abatidos por ano. Do couro dos jacarés, 80% são destinados à exportação,


Criação de jacarés no Pantanal
Consulte o Sebrae Agronegócios
http://www.sebrae.com.br/setor/carne/o-setor/animais

Informações adicionais sobre este projeto poderão ser obtidas com o Sebrae em Mato Grosso, pelo telefone (65) 3648-1262.

domingo, 31 de outubro de 2010

Animais exóticos controle em cativeiro

Controlar animais exóticos em cativeiro você deve observar as regras segundo o Ibama.
Regras para se tornar um criador habilitado e competente.
Todo manejo deve pressupor conhecimento, controle e monitoramento. Sem esses requisitos, que devem ser estabelecidos em regras e normas, não há manejo. A ética no manejo é fundamental para que ele seja bem-sucedido.

Existem vários regulamentos para criação de animais silvestres em cativeiro. Pode-se pleitear a criação concervacionista, científica, comercial ou parque zoológico. Para cada uma dessas categorias há uma legislação específica que regulamenta o uso da fauna silvestre visando um manejo sustentado para as espécies contempladas.

Para adquirir a habilitação para criar animais silvestres em cativeiro, é necessário que interessado apresente ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) uma carta consulta com seu projeto de criação, contemplando os objetivos e aspectos técnicos. Sendo aprovado, o criador poderá receber as matrizes que serão provenientes de Centros de Triagem de Animais Silvestres - Cetas do Ibama, ou mesmo de outros criadores que estejam manejando seus excedentes.

Os Cetas são locais onde os animais silvestres ficam alojados, quando são apreendidos pelos órgãos fiscalizadores ou entreges por particulares, até serem destinados de acordo com seu estado físico e de selvageria. Nessa ocasião o manejo adequado também é fundamental para garantir a sobrevivência dos animais.

Conhecer a biologia das espécies que se pretende criar é fundamental para o desenvolvimento do manejo em criadouro ou zoológico. Seu registro junto ao Ibama dependerá da comprovação de sua capacidade técnica para manejar espécies silvestres.

Os animais silvestres, quando retirados de seu habitat, geralmente ficam estressados e subnutridos, fato que os leva ao óbito com freqüência. O sucesso do manejo depende da assistência técnica dos profissionais da área, habilitados para essa finalidade, como por exemplo biólogos e médicos veterinários.

Todos os criadouros e zoológicos registrados no Ibama sabem que, a qualquer momento, poderão sofrer vistoria para avaliação do manejo dos animais silvestres, acompanhamento do plantel, entre outros.

A emissão da licença de transporte para os animais a serem transferidos é outro mecanismo de controle dos plantéis que o Ibama utiliza. Até mesmo os Centros de Triagem e setores do próprio Ibama, necessitam da citada licença para enviar um animal de uma localidade para outra.

Quando o manejo não está sendo adequado para a espécie que se mantém no cativeiro, o Ibama sugere um ajuste, estabelecendo um prazo para tal adequação. Caso isso não ocorra o criadouro poderá perder a guarda do animal.

Dinâmica do manejo dos animais silvestres nos Cetas
Geralmente os animais silvestres chegam aos Cetas, trazidos pelos agentes de fiscalização ou por particulares que criavam de maneira ilegal, onde são separados para que sejam identificados e registrados. Em seguida, os mesmos passam por uma avaliação das condições físicas. Verifica-se sua espécie e área de ocorrência na natureza. Depois são colocados nos recintos apropriados para a espécie.

Dependendo do resultado da avaliação física, os animais podem ser encaminhados imediatamente para o local de destino escolhido, ou se for necessário, irá para a quarentena, local onde receberá cuidados especiais e ficará sob observação até sua completa recuperação.

Manejo de fauna em cativeiro
Fonte Primária: Ibama

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